L. Bronwstone
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Norte 





     Com os disfarces dos camponeses, continuamos com o trabalho que eles estavam fazendo, decidimos não se aproximar dos outros trabalhadores para o nosso disfarce não ser descoberto, mantivemos certa distância até chegar o momento de entrar na muralha.

       Já estava entardecendo, até que um homem gritou do portão, para todos os camponeses retornarem para dentro dos muros, decidimos entrar por último, quando passamos pelo portão , eu não conseguia acreditar no que estava vendo, não era como Stone ou Azon, aquilo estava anos luz a frente, era uma cidade completamente padronizada me lembrou de imediato a Pérsia, não havia casas de madeiras, eram todas de pedras, bastantes estruturadas com cúpulas enormes no teto,  havia também um extenso caminho de terra, onde continha muitos  barracas, pessoas vendendo tecidos, cordas, era uma verdadeira zona de comércio.

    Notei a presença de muitos guardas circulando entre as pessoas comuns, observei que tinha muitas pessoas bem vestidas e outras em grande miséria, o que me chamava mais atenção era o palácio que havia no final daquele extenso corredor, era gigantesco, belo, luxuoso, de alguma forma eu teria que me aproximar daquele lugar, os camponeses começaram a se dissipar  perante a multidão, aproveitamos para fazer o mesmo.
L Brownstone
Enviado por L Brownstone em 13/11/2017


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