L. Bronwstone
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Investigando o Norte
 
 


     A noite enfim apareceu, era o momento apropriado para tentar invadir o norte, eu e meus companheiros estávamos camuflados entre as folhagens, analisamos tudo que estava ao alcance de nossos olhos, pensamos em diversas possibilidades de invasão, escalar a muralha não era uma opção era muito linear, e também não sabíamos o que tinha do outro lado, teríamos que fazer algo mais discreto, havia um enorme portão, e muitos homens de vigia, matá-los também não seria uma opção, tínhamos que entrar sem ser detectados, resolvemos então aguardar mais um pouco e analisar a movimentação frontal das muralhas.

     Passamos a madrugada inteira nos arbustos, mas assim que a luz no céu surgiu, o portão se abriu, alguns homens semelhantes a camponeses saiam com enxadas, pás e algumas carroças, observei atentamente e vi que eles estavam cortando os matos que cresciam próximo         a          muralha.

    Através disso encontrei a oportunidade perfeita para adentrar na muralha, em um determinado momento percebi que era a hora perfeita, um pequeno grupo de camponeses se afastou dos demais, ficaram em uma área isolada no lado direito da muralha, caminhamos lentamente pelos arbustos para não ser detectado até ficarmos próximos dos camponeses, eram cinco contra três, não podíamos matá-los, só tínhamos que nocauteá-los e vestir as roupas deles,  Ulf então utilizou um veneno através de uma zarabatana, um veneno desenvolvido pelos vikings, que era extraído de plantas europeias,  o veneno contém o efeito de adormecer  uma pessoa em torno de 16 a 18 horas, ele foi ágil e apagou todos em questão de segundos, aproveitamos a oportunidade e agimos, pegamos os corpos adormecidos e levamos para dentro da mata, e lá ocorreu a troca de roupas, para assim conseguimos seguir com o plano.
L Brownstone
Enviado por L Brownstone em 13/11/2017
Alterado em 13/11/2017


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